APIXORD
- Situação
- Ativo
- Regime
- Registro
- Número de registro
- 155370097 ver bula na Anvisa ↗
- Categoria regulatória
- Similar
- Data de finalização do processo
- 17 de maio de 2021
- Vencimento do registro
- 01 de maio de 2031
- Princípios ativos
- Classe terapêutica
Preço (CMED)
Preço de fábrica sem impostos e faixa de preço ao consumidor entre as alíquotas de ICMS — o valor real depende do estado. Ver sobre os dados.
2,5 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 10
PF sem impostos: R$ 42,82 · PMC: R$ 59,74 – R$ 77,59
5,0 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 10
PF sem impostos: R$ 42,82 · PMC: R$ 59,74 – R$ 77,59
2,5 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 20
PF sem impostos: R$ 85,66 · PMC: R$ 119,51 – R$ 155,21
5,0 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 20
PF sem impostos: R$ 85,66 · PMC: R$ 119,51 – R$ 155,21
2,5 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 60
PF sem impostos: R$ 257,08 · PMC: R$ 358,66 – R$ 465,79
5,0 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 60
PF sem impostos: R$ 257,08 · PMC: R$ 358,66 – R$ 465,79
5,0 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 100
PF sem impostos: R$ 428,40 · PMC: R$ 597,67 – R$ 776,20
2,5 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 100
PF sem impostos: R$ 428,40 · PMC: R$ 597,67 – R$ 776,20
2,5 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 200
PF sem impostos: R$ 856,82 · PMC: R$ 1.195,39 – R$ 1.552,45
5,0 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 200
PF sem impostos: R$ 856,82 · PMC: R$ 1.195,39 – R$ 1.552,45
Literatura científica
Estudos sobre a substância apixabana, não sobre este produto em particular.
- Artigos publicados
- 7.259
- Ensaios clínicos randomizados
- 298
- Revisões sistemáticas e meta-análises
- 511
- Ensaios de fase 3
- 18
- Estudos em humanos nos últimos 5 anos
- 1.789
Busca no PubMed pelo termo apixaban, a denominação internacional correspondente. Consultado em 27 de agosto de 2026.
Estes números dizem quanto se pesquisou sobre a substância e sob que desenho de estudo — não se os resultados foram favoráveis. Um medicamento para doença rara costuma ter poucos ensaios randomizados porque não há pacientes suficientes para randomizar, e não por falta de rigor: nesses casos as agências reguladoras aceitam estudos de braço único.